Os nossos amigos da Trendhim, uma loja Escandinava de acessórios masculinos realizou um mini teste para saber se os consumidores são leais às suas preferências.
O que é Neuromarketing?

Para perceber o estudo temos que perceber primeiro o que é Neuromarketing e como funciona. Essencialmente, Neuromarketing baseia-se em variáveis reconhecidas na nossa fibra humana para localizar atividade e perceber os nossos pensamentos e ações. Essas variáveis incluem:

  • Expressão facial – Observar até mesmo as mudanças mais subtis possíveis indica um estado emocional duma pessoa.
  • Movimentos dos olhos – Um enorme indicador. É possível ainda medir os movimentos dos olhos e dilatação da pupila para identificar os nossos pensamentos ou sentimentos.
  • Sensibilidade Emocional – A perspiração é alegadamente um indicador do nosso estado emocional e pode ser medido através da ferramenta de ‘Atividade Electrodermal’.
  • Respiração e Batimento Cardíaco – O nosso batimento cardíaco acalma quando o nosso foco aumento e a nossa respiração acelera quando somos estimulados – detalhes que permitem avaliar concentração e nível de interesse.
  • Monitorizar a Corrente Sanguínea – Ressonância magnética funcional (em inglês, FMRI) é um processo que mede o ferro no sangue e permite os cientistas registar o fluxo sanguíneo e indica emoções.

A experiência


A Trendhim estava curiosa em saber o porquê de alguns consumidores, neste exemplo homens, por vezes fazem uma decisão lógica, mas vão por vezes contradizer esta decisão independente da lógica. Um exemplo muito usado por especialistas de Neuromarketing é a preferência alimentar dos consumidores. Numa pesquisa, a maioria das pessoas quando lhes perguntaram ‘Compraria comida orgânica?’ responderam que sim, mas as suas compras contradiziam isto. Nós já fomos todos culpados de prometermos que vamos optar por comida saudável e acabar por encher os nossos cestos com comida de plástico – Mas porque é que fazemos isto?

Como o estudo foi feito perto do Natal, a Trendhim decidiu focar o seu estudo de Neuromarketing na preferência entre embrulhos de presentes. A experiência consistiu num estudo de neuro-marketing a homens entre os 22 e 34 anos de diferentes nacionalidades que não sabiam da natureza do teste e com a ajuda de Jesper Clement, professor da Copenhagen Business School, conduziram a experiência.

Para obter dados qualitativos, colocou-se um scanner EEG portátil em cada homem antes de ter sido perguntado se prefeririam receber um presente suave (associado à roupa) ou um presente duro (associado à tecnologia e aos livros).

O que aconteceu?

Usando todos os indicadores de Neuromarketing, descobriu-se que 66% dos participantes disseram que gostariam de receber um presente duro, enquanto que 33% disse que preferia um presente mole – depois, assim que os presentes foram distribuídos foi indicado que na verdade, 88% dos participantes preferia os presentes moles.
Assim que os resultados foram analisados foi revelado que 50% dos participantes disse uma coisa, mas os resultados indicaram que eles teriam preferido a oposta. Confirmando os contraditórios hábitos de compras dos homens.

Em geral, o estudo da Trendhim  respondeu a algumas perguntas sobre o cérebro masculino e identificou como os homens são bastante prováveis de contradizer os seus pensamentos e comportamento – deixando-nos uma nova questão, podemos usar isto no futuro como uma desculpa para as nossas más decisões? Eu digo que sim.

Por: TrendHim

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