“O futuro das roupas é livre de lavagem, e estamos entusiasmados em liderar a raça humana em direção a esse modo de vida mais limpo, mais verde e que menos desperdiça tempo”, confessou seu criador.

Lavar roupa é algo que, para algumas pessoas mais confortáveis, pode parecer enfadonho e complicado. É por isso que uma marca pensou em pessoas que têm mais dificuldade em ser consistente com o trabalho doméstico e lançou uma linha de roupas íntimas bastante curiosa.

É a HercLeón, empresa de Minnesota, nos Estados Unidos, que lançou uma linha de roupas íntimas que não precisam ser lavadas, que possuem autolimpeza e um tecido que elimina bactérias e maus odores.

Da empresa acreditam “que o futuro da roupa é livre de lavagens, e estamos entusiasmados por conduzir a raça humana a este modo de vida mais limpo, mais ecológico e com menos perda de tempo”, nas suas próprias palavras.

“Tudo o que projetamos, garantimos que não seja lavado, por isso é sempre sua escolha se quiser lavar seu equipamento HercLéon e, se você optar por não lavá-lo, ele cheirará tão limpo quanto quando você o usou pela primeira vez”, acrescentam.

Segundo La Vanguardia, a base desta invenção estaria no seu material de fabricação. Essas peças, batizadas de Kribi, são feitas com fibras de bambu e eucalipto, além do uso de cobre, que tem propriedades antibacterianas.

O fundador da HercLeón, o empresário Wenceslaus Muenyi, disse ao La Vanguardia que “embora muitas pessoas vejam os produtos que criamos como nojentos, nós os vemos como um passo necessário para um futuro mais limpo”.

No site destaca-se que este produto vai combater a poluição do planeta e o desperdício de energia, de forma a criar um futuro mais sustentável. “A ecodestruição da roupa suja, também conhecida como a santíssima trindade do lixo, tem três componentes: desperdício de energia, destruição de roupas e contaminação da água com microplásticos”, explicam.

“Esse desperdício desnecessário é a razão pela qual temos a missão de reinventar seu armário e reduzir sua pegada de carbono enquanto o fazemos”, concluíram.

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