João Pereira de Souza é um homem de 71 anos que mora numa aldeia na periferia do Rio de Janeiro, Brasil, que um certo dia ao passear na sua praia local, deu de caras com um pequeno animal coberto de óleo e quase sem vida. Esse animal tratava-se de um pinguim-de-magalhães da América do Sul.

Depois de lhe limpar todo o óleo das penas, João alimentou-o com uma dieta diária de peixe para aumentar a sua força e acabou por baptizá-lo de Dindim. Contudo, quando este já estava bom e pronto para voltar à sua vida selvagem, recusou-se a voltar ao mar e acabou por permanecer com o homem mais cerca de 11 meses, até que um dia desapareceu.

Certo que o pequeno animal j√° n√£o voltaria mais, Jo√£o ficou triste com a sua perda, mas ao mesmo tempo feliz por este ter regressado ao mar e ao seu habitat natural.

Contudo, contra todas as expectativas, ao fim de alguns meses, Dindim voltou e desde ent√£o tem passado 8 meses por ano com o homem e os outros meses no mar, estimando-se que nade cerca de 5000 milhas para se reunir com quem lhe salvou a vida.

“Eu amo o pinguim como se fosse meu filho e acredito que o pinguim me ama”, disse Jo√£o √† TV Globo.¬†“Ningu√©m mais lhe pode tocar. Ele bica-os se algu√©m tentar. Ele deita-se no meu colo, deixa-me dar-lhe banhos, deixa-me aliment√°-lo com sardinhas e apanh√°-lo.¬†Todos me disseram que ele n√£o voltaria, mas ele voltou para me visitar nos √ļltimos quatro anos.”

Segundo o homem, sempre que o pinguim o vê, abana o rabo como se fosse um cachorro e faz barulhos como se estivesse feliz por o ver.

Sem d√ļvida uma amizade √ļnica e para o resto da vida ‚̧ԳŹ

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