Após a condenação em tribunal o actor de Hollywood viu a sua carreira entrar em declínio, agora sobrevive apenas de campanhas promocionais e filmes independentes.

Mas para ele isto não é uma novidade, ele passou cerca de dois a três anos dentro de um filme de terror da vida real.  Este escândalo em que Depp esteve envolvido com a ex-mulher Amber Heard fez com que grande parte dos produtores não queiram ser associados ao seu nome.

Várias vezes foi destaque nos meios de comunicação social, e como se veio a confirmar todas as acusações, até aos dias de hoje Depp tem a sua imagem manchada e até hoje não foi possível remediar os danos.

Recorde-se que Deep foi chamado para fazer o papel de Grindelwald no filme “Animais Fantásticos 3”, mas a gigante Warner Bros. decidiu retirar-lhe o papel, pagando todo o seu salário e substituindo pelo actor dinamarquês Mads Mikkelsen.

 

Ainda, nos últimos meses ficou-se a saber que possivelmente haverá mais filmes da saga “Piratas das Caríbas”, mas a Disney retirou o actor desse papel e não iremos ter o mesmo Jack Sparrow dos filmes anterior, o que será uma pena, porque realmente foi das melhores personagens que tivemos até hoje.

Já completamente devastado o actor viu as suas hipóteses de continuar a trabalhar no ramo a diminuirem drasticamente. As suas ultimas aparições foram em contextos completamente diferentes.

Uma delas foi numa campanha da Dior do perfume Sauvage. Umas das poucas empresas que o tem apoiado neste processo. Outra das suas aparições foi num filme independente “The Minamata Photographer”, filme que fez antes da pandemia e que se baseia na história do fotojornalista norte-americano W. Eugene Smith.

Embora este filme passado praticamente despercebido, o facto de ter a participação de Johnny Depp, deu-lhe alguma notoriedade, afinal estamos a falar de uma estrela de cinema bem conhecida e ainda por cima envolvida em escândalos, o que gera alguma curiosidade natural.

Andrew Levitas, diretor do filme, acusou a produtora MGM de querer “deixar este filme no esquecimento” após tê-lo comprado em 2020 para exibi-lo nos Estados Unidos. “Na MGM, eles estavam preocupados com o fato de que as questões pessoais de um ator do filme pudessem refletir negativamente sobre eles e que, da perspectiva da MGM, as vítimas e suas famílias eram secundárias nisso.”

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