Este pequeno panfleto foi visto pela primeira vez na República Democrática do Congo, em 1939. Em uma época se acreditava que era apenas uma raridade genética, porém, com o tempo eles apareceram cada vez mais, até que tiveram que criar um gênero especialmente para eles. A forma mais fácil de o reconhecer é através do corpo, nomeadamente graças às suas cores preto e branco, que lhe valeram o apelido de panda.

Seu nome científico é Niumbaha superba, popularmente conhecido como “morcego panda”, pertencente à família Vespertilionidae. Este tipo de panfleto geralmente ocorre em áreas temperadas do mundo, variando em tamanho de 3 a 10 centímetros. Neles tudo é muito pequeno.

Embora haja registros há vários anos, os estudos mais aprofundados sobre essas espécies foram realizados nos últimos anos.

Uma equipe de pesquisadores da Bucknell University encontrou um desses espécimes, em 2013, onde o identificou e estudou, concluindo que suas características não correspondiam às de nenhuma outra espécie. Foi então que surgiu essa nova classe de morcegos, muitas vezes rotulados de estranhos e estranhos, mas também de fofos.

O primeiro e mais característico deste morcego é seu pelo muito semelhante ao de um urso panda. Experimente fazer com que ele ganhe o apelido, assim como esse tipo de urso.
Exceto pela cor, o corpo é bastante semelhante ao de um morcego tradicional. Isso à primeira vista, pois possui diferenças substanciais, que marcam um distanciamento de seus demais parentes.

A verdade é que esse tipo de animal sofre de um estigma bastante acentuado. As pessoas os temem, perseguem e eliminam-nos, acreditando em lendas populares que os ligam aos vampiros e à morte.

Ao contrário do que muitos pensam, esse animal só come frutas e não é tão perigoso quanto os outros seres vivos.

Este em particular é ainda mais bonito.

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