A solidariedade de algumas pessoas não tem limites. E não se trata de doar dinheiro, emprestar ou doar objetos, é outra coisa. A adoção implica esse tipo de solidariedade, principalmente quando crianças e adolescentes são adotados. Nesse caso, o protagonista foi um pouco mais longe.

Uanderson Barreto é enfermeiro, é solteiro e, há alguns anos, adotou seu primeiro filho. Hoje ele adotou 10. Eles são todos irmãos e os adotaram para não deixá-los em paz. Ele tem uma família linda e linda.

Com o passar do tempo, as crianças crescem e suas chances de serem adotadas diminuem. Com os adolescentes, é ainda mais, quase impossível. É por isso que o Uanderson fez é tão notável, e não apenas com um, mas com 10.

Ele tinha apenas um motivo e muito forte: ele não queria separar os irmãos biológicos.

Uanderson Barreto é um homem solteiro de 38 anos do Rio de Janeiro (Brasil). Em 2012, ele adotou seu primeiro filho, John, 10 anos. Ele não estava lá, porque tinha um irmão, Daniel, que infelizmente tem dificuldade em raciocinar e entender.

Ele não queria deixá-lo em casa, então voltou para ele e o adotou. Alguns meses depois, ele sabia que não estavam sozinhos, tinham mais irmãos.

“Depois de alguns meses, recebi um telefonema de outro abrigo dizendo que um dos irmãos das crianças fazia anos e que ele poderia levá-los para conhecer. Fui e fiquei comovido. Eu também apresentei a adoção por Alexander e a trouxe para casa”, disse Uanderon.

Assim, em pouco tempo, Uanderson já era pai de três filhos. Um dia, no Natal, ele conheceu Pedro, um fã de futebol de 7 anos.

“No Natal seguinte, preparei uma reunião de família e trouxe Pedro para ficar em minha casa. Ele gostou e ficou”, explicou Uanderson.

E já havia 4.

No mesmo abrigo de Pedro estava seu irmão Leonardo, de 11 anos. Ele também não queria deixá-lo em paz e decidiu se juntar ao clã. Agora ele era pai, não 1 ou 2, mas 5.

Quando Uanderson começou a trabalhar no serviço público, encontrou outro filho: Jocilan, que se tornaria o sexto filho. No mesmo local, ele conheceu Marcos, que, diferentemente dos outros, pediu expressamente que o adotasse, porque ele tinha 17 anos e ninguém o queria.

O caso de Marcos era diferente e o enfermeiro entendeu. Ele não apenas adotou o jovem, mas também seus três irmãos: Victoria, Wesley e Luciara, 18.

Todos estavam esperando para serem adotados, algo que provavelmente nunca teria acontecido, não fosse o anjo que cruzaram.

Assim, ele se tornou pai de 10 jovens e crianças.

Todos com um bom coração, que o ajudam nas tarefas domésticas e são bons filhos.

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