A ideiaé usar a fotografia para as pessoas que se sentem diferentes se poderem incluir na sociedade como “pessoas normais”, porque realmente é mesmo isso que elas são “pessoas normais”. Esta agência trabalha apenas com pessoas com deficiência e está não só a inovar como procurar novos conceitos de beleza, sem ser o habitual, alta, magra, loira ou moreno e musculado. Pretende também trabalhar em valore que vão para além do dinheiro: coragem, superação, igualdade na diversidade, auto-estima e – sim, sem dúvida – beleza.

Uma moça chamada Kika de Castro decidiu montar esta agência no Brasil, que até ao  momento é pioneira. A ideia surgiu quando ela trabalhava unm Centro de Reabilitação para deficientes, onde estava responsável pelo setor de fotografia. Ela rapidamente percebeu que os seus pacientes ficavam extremamente desconfortáveis diante da câmara, então decidiu comprar alguns acessórios de beleza e transformar o local num estúdio de moda, iniciando assim um projecto de terapia baseado em fotografia.

Em 2007 montou sua própria agência, que hoje conta com mais de 80 modelos. Veja alguns deles, bem como da Doll Parts, uma espécie de irmã nos Estados Unidos:

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