Tommy pediu Maryanne em casamento em 1995 com um anel de brinquedo e, desde então, eles vivem uma linda história de amor.

Ele diz que para viver o amor não é preciso nenhuma idade, raça ou condição certa e um claro exemplo disso são eles: são Maryanne e Tommy Pilling, casal que possui Síndrome de Down e foram altamente criticados quando queriam selar o seu amor no casamento há 23 anos.

Eles se conheceram em um centro para pessoas com dificuldades de aprendizagem e foram imediatamente atingidos pelo amor. Eles ficaram noivos por um ano e meio até que Tommy se ajoelhou para pedir à mulher de sua vida para que fosse sua esposa.

Com um anel de brinquedo e todo o amor do mundo à frente, Maryanne aceitou e, depois de ter a aprovação das duas famílias, o casal se casou em 1995 na igreja da cidade de Shoeburyness, no Reino Unido.

O casamento deles estava cheio de fortes críticas de pessoas de fora de seu núcleo próximo, que acreditavam que, por causa de sua doença, não podiam ficar sozinhos, muito menos viver em casamento.

Hoje 23 anos se passaram e eles mostraram que nada é impossível para o amor. Atualmente ele tem 60 e ela, 47 anos.

Linda, a irmã de Maryanne, disse em uma entrevista à revista People que ela acreditava que a relação entre sua irmã e seu cunhado é especial porque eles não entendem as emoções do ódio, por isso ambos estão totalmente felizes.

Infelizmente Tommy começou a desenvolver sintomas prematuros da doença de Alzheimer, mas apesar de perder suas memórias, ele não esquece sua amada esposa.

Não importa o que ele esqueça com o passar do tempo, ele sempre verá em sua esposa uma amiga e companheira que está disposta a ajudá-lo e apoiá-lo em tudo que puder, desde que o amor que ela sente por ele e ele por ela seja o mesmo desde o primeiro dia e nunca desapareça.

“Meu casamento foi o melhor dia da minha vida. Fiquei surpresa quando Tommy fez a proposta, mas não pensei duas vezes antes de dizer sim. Tommy e eu nunca discutimos, eu amo muito meu marido, ele é meu melhor amigo”, disse Maryanne durante uma entrevista.

Que viva o amor!

Publicado originalmente por UPSOCL e traduzido por Conti Outra

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